Como voltei a trabalhar, agora estou tendo que comer na rua. Como não me agrada muito a idéia de ficar levando comida de casa (se eu andasse de carro, tudo bem, mas ficar levando marmita em ônibus ninguém merece), acabo comendo em algum self-service. Isto tem me ajudado a saber o que me faz bem e o que me faz mal. Nem tanto em quantidade, mas em tipo de comida mesmo. Já sei que feijão preto muito temperado vai me fazer devolver tudo. E o tempo vai servindo de senhor da razão pra todo o resto.
Pros lanches ao longo do dia, uma dupla é imbatível: iogurtes e barras de cereais.
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domingo, 11 de novembro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Gastroplastia update
Estou com dois meses e nove dias de operado, e já perdi pelo menos 20 quilos (faz uns vinte dias que não me peso). Coisas boas e coisas ruins estão acontecendo. Começando pela pior parte:
Meu corte não fechou. Devodo a um problema chamado granuloma, o corte fecha por fora, mas fica um rombo por dentro, causado por alguma interrupção que impede que o organismo se recomponha de dentro pra fora, o que é o normal. Se eu deixo o corte fechar por fora e fica esse buraco dentro, ele acumula secreção e uma hora pode criar um abcesso e acabar estourando, sem falar na dor que você pode sentir. Resultado: há boas chances de eu entrar na faca de novo, pra localizar o problema (algum pedaço de fio, talvez), abrir um buraco maior e deixar a natureza agir.
O segundo problema deriva do primeiro. Por conta dos cuidados diários e de todo o resto (além do fato da casa estar em reforma), ainda sigo na casa dos meus pais. E digamos que nem eu, nem você-sabe-quem estamos exatamente felizes com tudo isso - a cara dela quando tem que trocar meu curativo é coisa que merece filmagem:). Quero voltar pra casa e pra minha vida normal, oras! Estou com saudades dela:)
Agora, as coisas boas. Semana passada fui com mamãe comprar uma calça jeans pra mim, já que ela não gosta de me ver andando só de bermuda por aí:P Surpresa boa foi ver que consegui comprar uma calça OITO números menor que a que eu vinha usando antes de operar. Baixou de 68 (ok, essa ficava folgada, mas me servia bem antes) pra 60! OK, a calça 60 ficou um pouco justa em algumas partes, mas dá pra usar (sem cinto, já que o 130 que eu tenho aqui foi pro brejo, claro) e, considerando que eu vá emagrecer mais, logo logo ela fica folgada e, quando eu menos perceber, ela já estará inutilizada. Ainda no quesito vestuário, aquelas camisas da Kappa que comprei já estão servindo bem:)
No quesito alimentação, ainda sigo uma dieta mais ou menos rígida, mas aos poucos vou começando a comer coisas que comia antes normalmente. Cheguei a comer até pão de queijo, que é um pesadelo pra maioria dos gastroplastizados, mas que comigo desceu que foi uma beleza. Só sigo com um problema: ainda não me acostumei completamente à idéia de comer muito devagar. Se como um pouco mais rápido, o resultado quase sempre é a privada como destino de tudo que ingeri. É uma sensação chata pra dedéu, não recomendo a ninguém. Por outro lado, saber que dá pra encarar algo diferente de sopa, leite de soja e pão torrado no jantar é um alívio enorme:) A recomendação do meu cirurgião é simples: "Expedito, coma muita proteína". Então vou cumprir a ordem à risca e comer bastante carne, ovo, peixe, frango... e é isso.
Meu corte não fechou. Devodo a um problema chamado granuloma, o corte fecha por fora, mas fica um rombo por dentro, causado por alguma interrupção que impede que o organismo se recomponha de dentro pra fora, o que é o normal. Se eu deixo o corte fechar por fora e fica esse buraco dentro, ele acumula secreção e uma hora pode criar um abcesso e acabar estourando, sem falar na dor que você pode sentir. Resultado: há boas chances de eu entrar na faca de novo, pra localizar o problema (algum pedaço de fio, talvez), abrir um buraco maior e deixar a natureza agir.
O segundo problema deriva do primeiro. Por conta dos cuidados diários e de todo o resto (além do fato da casa estar em reforma), ainda sigo na casa dos meus pais. E digamos que nem eu, nem você-sabe-quem estamos exatamente felizes com tudo isso - a cara dela quando tem que trocar meu curativo é coisa que merece filmagem:). Quero voltar pra casa e pra minha vida normal, oras! Estou com saudades dela:)
Agora, as coisas boas. Semana passada fui com mamãe comprar uma calça jeans pra mim, já que ela não gosta de me ver andando só de bermuda por aí:P Surpresa boa foi ver que consegui comprar uma calça OITO números menor que a que eu vinha usando antes de operar. Baixou de 68 (ok, essa ficava folgada, mas me servia bem antes) pra 60! OK, a calça 60 ficou um pouco justa em algumas partes, mas dá pra usar (sem cinto, já que o 130 que eu tenho aqui foi pro brejo, claro) e, considerando que eu vá emagrecer mais, logo logo ela fica folgada e, quando eu menos perceber, ela já estará inutilizada. Ainda no quesito vestuário, aquelas camisas da Kappa que comprei já estão servindo bem:)
No quesito alimentação, ainda sigo uma dieta mais ou menos rígida, mas aos poucos vou começando a comer coisas que comia antes normalmente. Cheguei a comer até pão de queijo, que é um pesadelo pra maioria dos gastroplastizados, mas que comigo desceu que foi uma beleza. Só sigo com um problema: ainda não me acostumei completamente à idéia de comer muito devagar. Se como um pouco mais rápido, o resultado quase sempre é a privada como destino de tudo que ingeri. É uma sensação chata pra dedéu, não recomendo a ninguém. Por outro lado, saber que dá pra encarar algo diferente de sopa, leite de soja e pão torrado no jantar é um alívio enorme:) A recomendação do meu cirurgião é simples: "Expedito, coma muita proteína". Então vou cumprir a ordem à risca e comer bastante carne, ovo, peixe, frango... e é isso.
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terça-feira, 18 de setembro de 2007
Gastroplastia update: como é bom comer feijão!
Estou com quase 45 dias de operado, e o corte ainda não cicatrizou por completo. Dos quatro "buracos" dele, dois já fecharam, um tá praticamente e o último, o maior deles, eu diria que está 70% cicatrizado. Vez por outra a área em volta incha, por causa do acúmulo de secreção, mas está tudo caminhando lentamente, mas bem. Espero que o corte feche logo pra eu voltar pra casa e retomar minha vida normal (procurar trabalho, namorar, ir ao cinema, essas coisas normais que todo mundo faz!).
No quesito alimentação aos poucos começo a comer sólidos. Ontem foi uma glória eu comer feijão normal pela primeira vez. E hoje, arroz com feijão! Já vinha comendo arroz antes, mas acho que todos concordam que arroz puro é um porre, ainda mais sem tempero algum. Macarrão seco também é outra desgraça sem gosto de nada. Embora já esteja comendo arroz, feijão, pedacinhos de carne normais, ou mesmo tomando sopa sem bater no liqüidificador, minha dieta ainda é, em boa parte, líquida ou pastosa. Muita água, muito suco, iogurte... e requeijão! Eu acho até estranho, mas o requeijão light industrializado tem uma dose muito boa de proteína, sem falar no cálcio, claro. Mas ainda assim. fico com medo de abusar.
Na sexta agora, eu volto na nutricionista e ela deve me passar uma orientação pros próximos meses. E ontem comecei minhas caminhadas aqui mesmo no prédio onde meus pais moram. Não agüento ainda mais que quinze, vinte minutos andando, mas é um começo. Com a atividade e a alimentação controlada, meu peso vai embora aos poucos. É tudo um grande, longo e, se tudo der certo, positivo processo.
No quesito alimentação aos poucos começo a comer sólidos. Ontem foi uma glória eu comer feijão normal pela primeira vez. E hoje, arroz com feijão! Já vinha comendo arroz antes, mas acho que todos concordam que arroz puro é um porre, ainda mais sem tempero algum. Macarrão seco também é outra desgraça sem gosto de nada. Embora já esteja comendo arroz, feijão, pedacinhos de carne normais, ou mesmo tomando sopa sem bater no liqüidificador, minha dieta ainda é, em boa parte, líquida ou pastosa. Muita água, muito suco, iogurte... e requeijão! Eu acho até estranho, mas o requeijão light industrializado tem uma dose muito boa de proteína, sem falar no cálcio, claro. Mas ainda assim. fico com medo de abusar.
Na sexta agora, eu volto na nutricionista e ela deve me passar uma orientação pros próximos meses. E ontem comecei minhas caminhadas aqui mesmo no prédio onde meus pais moram. Não agüento ainda mais que quinze, vinte minutos andando, mas é um começo. Com a atividade e a alimentação controlada, meu peso vai embora aos poucos. É tudo um grande, longo e, se tudo der certo, positivo processo.
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terça-feira, 11 de setembro de 2007
Mais um passo
Hoje tive minha consulta de "um mês de operado" com meu cirurgião, o Dr. Pedro Arruda. E o saldo da consulta foi bastante positivo. Já perdi 16,5 kg - operei com 148,5, agora estou com 132 - desde a cirurgia, mas o curativo ainda não cicatrizou por completo, mas tá perto.
No quesito alimentar, estou oficialmente liberado pra comer qualquer coisa, mas pra tudo existe bom senso. Usando o exemplo que o médico deu, se eu tentar, hoje, comer charque com farinha, não vai descer bem, e provavelmente isso me faria vomitar e passar mal, no mínimo. Agora, dá pra eu comer uma carne cozida numa boa, porque é mole. O tempo que vai dizer o que eu posso comer ou não, sempre evitando coisas engordativas demais, como frituras e empanados, por exemplo. Ainda vou uma vez na nutricionista pra receber orientações, mas também sabendo que não é pra seguir 100% ao pé da letra o que a nutri disser, senão as chances de falência são grandes:)
Outro ponto é relacionado com atividade física. Estou liberado pra começar, e o médico quase impôs que eu fizesse atividade em uma academia, por conta de avaliações físicas, em especial. Segundo ele, quem tenta por conta própria nunca acha o tom certo. E como eu volto pra casa logo, eu e Gil devemos nos exercitar juntos. A atividade deve, dependendo da resposta do meu corpo, acelerar a perda de peso, e, segundo Dr. Pedro, quanto mais eu perder, melhor, porque depois de um certo tempo eu devo ganhar algum peso, até atingir um eqüilíbrio.
Minha próxima consulta com ele será no dia 06 de novembro. E aos poucos o peso vai embora, e espero que, neste caso, eu esqueça aquele velho ditado que diz "o que vai, volta":) E que a perda de peso me leve a ganhos em outras coisas na vida. Afinal, é pra isso que a gente faz a cirurgia. Eu sei que não é milagre, mas pode ajudar bastante.
No quesito alimentar, estou oficialmente liberado pra comer qualquer coisa, mas pra tudo existe bom senso. Usando o exemplo que o médico deu, se eu tentar, hoje, comer charque com farinha, não vai descer bem, e provavelmente isso me faria vomitar e passar mal, no mínimo. Agora, dá pra eu comer uma carne cozida numa boa, porque é mole. O tempo que vai dizer o que eu posso comer ou não, sempre evitando coisas engordativas demais, como frituras e empanados, por exemplo. Ainda vou uma vez na nutricionista pra receber orientações, mas também sabendo que não é pra seguir 100% ao pé da letra o que a nutri disser, senão as chances de falência são grandes:)
Outro ponto é relacionado com atividade física. Estou liberado pra começar, e o médico quase impôs que eu fizesse atividade em uma academia, por conta de avaliações físicas, em especial. Segundo ele, quem tenta por conta própria nunca acha o tom certo. E como eu volto pra casa logo, eu e Gil devemos nos exercitar juntos. A atividade deve, dependendo da resposta do meu corpo, acelerar a perda de peso, e, segundo Dr. Pedro, quanto mais eu perder, melhor, porque depois de um certo tempo eu devo ganhar algum peso, até atingir um eqüilíbrio.
Minha próxima consulta com ele será no dia 06 de novembro. E aos poucos o peso vai embora, e espero que, neste caso, eu esqueça aquele velho ditado que diz "o que vai, volta":) E que a perda de peso me leve a ganhos em outras coisas na vida. Afinal, é pra isso que a gente faz a cirurgia. Eu sei que não é milagre, mas pode ajudar bastante.
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terça-feira, 14 de agosto de 2007
De volta
Minha cirurgia de redução de estômago - ou gastroplastia, se preferir - rolou dentro dos conformes, no último dia 06. Hoje, oito dias depois, posso dizer que minha recuperação está muito melhor do que imaginava. Eu pensava que passaria dias e dias mal saindo da cama, sem conseguir fazer muita coisa, mas pelo contrário, consigo ficar no computador, passear, andar... só não vou me arriscar ainda a dirigir ou a fazer grandes esforços, em especial aqueles que envolvam o ato de me abaixar.
Não me pesei no hospital antes da cirurgia, então considero que operei com o peso citado na requisição que o ciriurgião fez ao hospital: 148,5 kg. Tenho uma meta, que segundo o médico e a nutricionista, é realista, de sair da casa dos três dígitos, ou seja, perder cerca de 1/3 do meu atual peso e chegar na casa dos 100. Se perder mais que isso, ótimo, mas não quero ficar paranóico.
O começo do processo pós-operatório consiste basicamente em dieta líquida e troca do curativo duas vezes ao dia. A dieta é composta por leite, sucos, caldos coados e água, muita água, tudo orientado por uma nutricionista, que foi bem generosa em algumas coisas (não imaginava que caldo de feijão e requeijão light fizessem uma boa dupla, ou que poderia tomar gelatina!). Eu posso tomar até 200 ml de líquido por hora, mas estou ficando entupido com 100, às vezes 150. E graças aos céus não tenho apresentado engasgos, muito menos vontade de vomitar. Tá tudo descendo numa boa, e não tenho sentido fome alguma.
Depois de um tempo, a dieta líquida evolui para uma dieta pastosa (sopas batidas, mingaus etc.), e, mais tarde, para uma dieta convencional, onde posso comer quase tudo, em quantidades pequenas que vão crescendo com o tempo. Considerando meu irmão, que tem um ano e meio de operado, daqui a algum tempo conseguirei comer o que quiser, só que em pequena quantidade, e claro que terei que mudar alguns hábitos, como por exemplo cortar ou diminuir bem o uso de manteiga/margarina, fora fugir de certos fast-foods: meu bolso vai agradecer. Nunca mais vou num self-service de comida chinesa e gastar 27 reais, hehehehe...
Além disso, atividade física. Nunca fui nenhum alucinado por fitness, academias e afins, mas quando criança gostava muito de andar de bicicleta. Na falta atual da magrela, lá vou eu pra tradicional caminhada mesmo. Se tiver condição, também faço alguma coisa de musculação com o decorrer do tempo. Tudo pra reduzir a flacidez que sempre surge em pessoas gastroplastadas. Afinal, a pele é elástica pra quem engorda, mas não puxa se você emagrece.
Outra coisa que terei que fazer pra todo sempre: tomar algum complexo vitamínico. Nesta primeira fase, estou tomando um chamado Cluvisol, que é mais indicado pra crianças, mas é líquido e tem um gosto doce pra caramba, desce meio estranho goela abaixo. Depois disso, devo mudar pro Centrum, que é em comprimidos. Outra medicação eterna será o pantoprazol, que serve pra evitar azia e afins no estômago - coisa que nunca tive, mas que agora que o treco tá pequeno que não quero ter, né?
Acho que é isso... aos poucos vou contando as desventuras de todo esse processo.
Não me pesei no hospital antes da cirurgia, então considero que operei com o peso citado na requisição que o ciriurgião fez ao hospital: 148,5 kg. Tenho uma meta, que segundo o médico e a nutricionista, é realista, de sair da casa dos três dígitos, ou seja, perder cerca de 1/3 do meu atual peso e chegar na casa dos 100. Se perder mais que isso, ótimo, mas não quero ficar paranóico.
O começo do processo pós-operatório consiste basicamente em dieta líquida e troca do curativo duas vezes ao dia. A dieta é composta por leite, sucos, caldos coados e água, muita água, tudo orientado por uma nutricionista, que foi bem generosa em algumas coisas (não imaginava que caldo de feijão e requeijão light fizessem uma boa dupla, ou que poderia tomar gelatina!). Eu posso tomar até 200 ml de líquido por hora, mas estou ficando entupido com 100, às vezes 150. E graças aos céus não tenho apresentado engasgos, muito menos vontade de vomitar. Tá tudo descendo numa boa, e não tenho sentido fome alguma.
Depois de um tempo, a dieta líquida evolui para uma dieta pastosa (sopas batidas, mingaus etc.), e, mais tarde, para uma dieta convencional, onde posso comer quase tudo, em quantidades pequenas que vão crescendo com o tempo. Considerando meu irmão, que tem um ano e meio de operado, daqui a algum tempo conseguirei comer o que quiser, só que em pequena quantidade, e claro que terei que mudar alguns hábitos, como por exemplo cortar ou diminuir bem o uso de manteiga/margarina, fora fugir de certos fast-foods: meu bolso vai agradecer. Nunca mais vou num self-service de comida chinesa e gastar 27 reais, hehehehe...
Além disso, atividade física. Nunca fui nenhum alucinado por fitness, academias e afins, mas quando criança gostava muito de andar de bicicleta. Na falta atual da magrela, lá vou eu pra tradicional caminhada mesmo. Se tiver condição, também faço alguma coisa de musculação com o decorrer do tempo. Tudo pra reduzir a flacidez que sempre surge em pessoas gastroplastadas. Afinal, a pele é elástica pra quem engorda, mas não puxa se você emagrece.
Outra coisa que terei que fazer pra todo sempre: tomar algum complexo vitamínico. Nesta primeira fase, estou tomando um chamado Cluvisol, que é mais indicado pra crianças, mas é líquido e tem um gosto doce pra caramba, desce meio estranho goela abaixo. Depois disso, devo mudar pro Centrum, que é em comprimidos. Outra medicação eterna será o pantoprazol, que serve pra evitar azia e afins no estômago - coisa que nunca tive, mas que agora que o treco tá pequeno que não quero ter, né?
Acho que é isso... aos poucos vou contando as desventuras de todo esse processo.
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domingo, 5 de agosto de 2007
Gastroplastia update
Bem, minha cirurgia será amanhã, dia 06, no horário da manhã. A ansiedade já chegou, mal consigo dormir ou relaxar direito, mas tenho plena consciência de que estarei em boas mãos, e que tudo dará certo em todo esse processo. Agora é esperar o tempo passar neste domingão:)
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sexta-feira, 6 de julho de 2007
Gastroplastia update
Bem, a cirurgia já tem data: será no próximo dia 06 de agosto, uma segunda-feira. Antes disso, ainda tenho que fazer mais alguns exames, voltar na nutricionista, ir na anestesista e, na base da proteína e da caminhada, perder uns quilinhos:)
Aguardemos os próximos capítulos.
Aguardemos os próximos capítulos.
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terça-feira, 5 de junho de 2007
Gastroplastia update
Falta pouco pra terminar os exames. O processo é lento, chato e às vezes bem dispensioso, mas tudo corre direitinho, e em breve espero ter mais novidades.
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