Em 14 de abril de 1912, o Titanic afundava nas águas do Atlântico Norte. Muitos quilômetros distante dali, outro gigante dos mares surgia na mesma data: o Santos Futebol Clube.
Parabéns, Santos querido, por me fazer sorrir, vibrar, chorar, me emocionar, e às vezes, querer xingar o time:) Que esses 97 anos de glórias continuem por toda a eternidade.terça-feira, 14 de abril de 2009
Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopaholic)
Em tempos de crise e desemprego mundo afora inclusive por aqui), é irônico ver nos cinemas um filme sobre uma consumidora compulsiva. Pois Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (no original, Confessions of a Shopaholic), baseado no best-seller da inglesa Sophie Kinsella, acaba provocando bastante identificação com o público, especialmente aquele que já pegou uma fatura de cartão de crédito e simplesmente... rasgou.
O filme conta a história de Rebecca Blomwood (Isla Fisher, desmiolada na medida certa), jornalista que trabalha numa revista de jardinagem, e que tem um ligeiro vício em compras, especialmente por roupas caras. Resultado: as dívidas dela explodem, um cobrador começa a perseguí-la, e para completar, a revista onde ela trabalha fecha. Sonhando com um emprego numa revista de moda (afinal, além de trabalhar, ela teria as roupas que gosta de graça ou com descontos imperdíveis), por um desvio de destino, ela vai parar numa revista de finanças pessoais. Usando um pseudônimo e enchendo seu texto com metáforas com moda, Rebecca torna-se um sucesso editorial, mas as dívidas e os cobradores seguem no seu pé. E para completar, ela acaba se apaixonando por seu editor (Hugh Dancy), que não faz a menor ideia do buraco financeiro em que sua colunista está metida. Paralelamente, Rebecca ainda tem que segurar sua relação com sua melhor amiga e roommate, Suze (Krysten Ritter) e com os pais sem-noção (John Goodman e Joan Cusack).
O resto da história dá pra imaginar. Apesar de alguns momentos de falta de ritmo ou de cenas desconexas e personagens que poderiam aparecer mais ou melhor, como o cobrador de Robert Stanton ou a editora da revista de moda (a sumida Kristin Scott Thomas, se divertindo à beça com a afetação da personagem), o filme diverte bem, e deve provocar risos, ou reflexão, em qualquer criatura que pensou ou pensa que o cartão de crédito é a solução de todos os problemas.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Novas colunas na Trivela
Estão no ar, de uma vez só, minhas duas novas colunas na Trivela: na da Escandinávia, destaque para o incomum perfil do capitão do Kalmar, atual campeão nacional, enquanto na dos Nanicos da Europa, uma geral naquele monte de campeonatos que só os amantes do futebol alternativo gostam de acompanhar:)
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Na fila
O novo disco dos Pet Shop Boys, chamado Yes. As poucas resenhas que li foram bem elogiosas. Até a Veja andou falando deles desta vez!
De toda forma, é difícil que o duo volte a fazer discos como o trio Introspective (1988), Behaviour (1990) e Very (1993). Depois disso lançaram bons trabalhos, mas não chegaram nem perto do auge.
Um grande enigma universal
O que será que minha mãe vai assistir na TV depois do fim do Big Brother?
Ela é muito, mas muito viciada no programa. Ela não se contenta só em ter o pacote de pay-per-view, mas também adota o fuso horário da casa. Ou seja, acorda relativamente cedo, dorme pouco e sempre fica até altíssima madrugada assistindo. Isso sem falar no tempo dedicado aos blogs, fóruns e afins sobre o programa. E olha que ela não gosta do orkut, senão…
Monstros vs. Aliengenas
Em tempos de animações cada vez mais sofisticadas e, eventualmente, com roteiros complexos, como Wall-E, Ratatouille ou Coraline, é sempre bom ver um desenho despretensioso chegar aos cinemas. É o caso de Monstros vs. Alienígenas, nova animação da Dreamworks.
Feita com um clima de filme B de ficção dos anos 50, o filme conta a história de Susan, uma jovem de uma pequena cidade da Califórnia que, no dia de seu casamento, é atingida por um meteoro e, de repente, se vê com quinze metros de altura e os cabelos brancos. Vista como ameaça, ela é rapidamente capturada pelos militares e levada a um centro secreto do governo americano, controlado por um certo general Monger. Lá Susan, agora apelidada de Ginórmica, é colocada junto com outros “monstros”, como o Elo Perdido, uma espécie de cruzamento de sapo com peixe; o Dr. Barata, cientista louco que em experiências no melhor estilo “A Mosca” acabou transformado num híbrido de homem e barata; o B.O.B., uma massa azul disforme e sem cérebro, que come tudo que vê pela frente; e o Insectossauro, uma larva atingida por radioatividade que ficou de repente enorme.
Susan estaria condenada a viver trancada ao lado desses novos companheiros para o resto da vida, não fosse uma invasão alienígena à Terra, comandada pelo bizarro Gallaxhar. Querendo de volta o material radioativo que transformou Susan em Ginórmica, o vilão envia um robô gigante à Terra, no melhor estilo O Dia Em Que a Terra Parou. Primeiro, o governo americano (claro que os aliens sempre vão parar lá na terra do Obama) tenta estabelecer comunicação com o robô, através da própria figura do presidente. Não dá certo. E quando o robô resolve atacar, a solução é soltar os “monstros” e ver no que dá.
O resto do filme é basicamente uma sucessão de batalhas entre monstros e o robô alien, e depois eles acabam parando na nave de Gallaxhar. Tudo com muitas cores, explosões e objetos voando pela tela (deve ser bem legal ver o filme em 3D), além de boas tiradas do roteiro – uma das melhores envolve o documentário Uma Verdade Inconveniente, sobre aquecimento global:)
No fim das contas, Monstros vs. Alienígenas vale como diversão despretensiosa. E quando sair o dvd ou passar na tv a cabo, espero ter como assistir legendado, com vozes de gente como Reese Whiterspoon, Kiefer Sutherland, Hugh Laurie e Seth Rogen. A dublagem brasileira ficou boa, mas sempre alguma coisa se perde.
Ele Não Está Tão Afim de Você (He’s Just Not That Into You)
É muito estranho imaginar que um bom filme pode sair a partir de um livro de auto-ajuda. Mais estranho ainda é pensar que um filme chamado Ele Não Está Tão Afim de Você não seja um daqueles filmes-de-mulherzinha que depois que elas assistem, passam dias a fio tomando sorvete, comendo chocolate e xingando o espécime masculino. Pois bem: o filme passa por cima desses clichês e, de forma no mínimo honesta, entrega uma história bacana, verossímil e que agrada até a nós, homens.
Saindo do clichê da ambientação em Nova York, o filme dirigido por Ken Kwapis – que tem no currículo o bacana Quatro Amigas e um Jeans Viajante - tem como cenário Baltimore, uma cidade (bem) menor, o que contribui pra maior possibilidade daquele monte de gente realmente ter alguma ligação, ainda que curta.
Pois bem, vamos lá: Gigi (Ginnifer Goodwin, da série Big Love) teve um encontro bacana com Conor (Kevin Connolly, da série Entourage), mas fica martelando na cabeça se o pobre coitado vai ligar no(s) dia(s) seguintes ou não, no melhor gênero romântica incorrigível.
Já Janine (Jennifer Connelly), colega de trabalho de Gigi, tem um casamento um tanto frio com Ben (Bradley Cooper, de Sim, Senhor e Penetras Bom de Bico). E Ben conhece num supermercado a cantora Anna (Scarlett Johansson), namorada de Conor, que o deixa em parafuso. Outra colega de trabalho de Gigi é Beth (Jennifer Aniston), que tem uma relação mais ou menos estável com Neil (Ben Affleck), mas no fundo, ela quer que a relação evolua para um casamento de papel passado, e Ben é um tanto relutante com isso. E finalmente, temos Mary (Drew Barrymore), amiga de Anna que tem o hábito de procurar homens no MySpace ou em outras redes sociais similares, e Alex (Justin Long, de Duro de Matar 4), colega de apartamento de Conor e que acaba se envolvendo com… Gigi.
As tramas seguem um bom ritmo, alternando humor com drama em boas doses. Gigi é meio que a catalisadora das ações, especialmente o seu envolvimento com Alex, que distribui “lições de sabedoria” ao longo da trama, mostrando especialmente que os homens, quando vêem que a coisa não vai render, simplesmente desaparecem. Talvez para nós seja melhor que assumir na cara da garota que “olha, nosso encontro foi bacana, mas não vai sair disso. melhor não ficar remoendo nada nem achando que sou seu príncipe encantado”.
Nas outras tramas, Janine aos poucos surta ao começar a desconfiar das pequenas – ou nem tão pequenas – mentiras de Ben, que compromete seu casamento ao se envolver além da conta com as curvas de Anna. E Beth, depois de brigar e terminar com Neil, acaba percebendo, depois de um imprevisto familiar, que é com ele mesmo que ela pode contar. E Mary, depois de levar foras em pelo menos sete tecnologias diferentes, acaba percebendo que algo está bem mais próximo dela que uma página de MySpace.
Desse elenco numeroso e cheio de estrelas, destaque para a ótima química entre Ginnifer Goodwinn e Justin Long, que conseguem com facilidade conquistar a plateia. E o casal formado por Jennifer Aniston e Ben Affleck prima pelas atuações contidas dos dois, o que dá fé ao relacionamento na tela. Por outro lado, talvez Jennifer Connelly exagere um pouco na dose de paranoia e histeria (embora saibamos que aquele tipo de mulher existe de verdade) e Scarlett Johansson parece ter o tipo “loira, gostosa e conquistadora” programada como seu padrão. Não é ruim, mas fica a sensação de que ela adora repetir esse papel. Pelo menos ela não se meteu a cantar no filme (quando vi que o papel dela era de cantora, deu medo).
Dentre os papeis masculinos, Kevin Connolly está bem engraçado como o sem-noção Conor, e Bradley Cooper entrega bem o papel de Ben, especialmente nas cenas com Johansson.
No fim das contas, o roteiro bem escrito e a direção sutil acabam entregando um filme cheio de situações que provavelmente eu, você e aquela sua amiga encalhada do trabalho certamente viveram ou viverão algum dia. E tudo isso sem nada parecer forçado ou fora de lugar. Recomendo.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Fala, Peter Hook!
Mais de dois anos após o último show da banda (Buenos Aires, em novembro de 2006), Peter Hook finalmente fala sobre a separação do New Order e seus novos projetos. Aproveita pra esculhambar o(s) empresário(s) da banda. Nada como o tempo pra curar feridas e boatos mal ditos.
Peter Hook discusses New Order's split
New Order bassist Peter Hook likens his recent split from bandmates Bernard Sumner and Stephen Morris to the unravelling of a marriage.
"You know in a marriage or in a relationship when a few years after you get together you look 'round and see a stranger?" said Hook, down the line from his home in Manchester leading up to Tuesday's release of War Child Presents: Heroes, featuring a Hot Chip cover of Joy Division's Transmission.
"It was just a change of attitude, really. I mean over the years we (in New Order) developed different tastes and different attitudes. Being in a group is all about compromise and the more you compromise, each of you, the better that group works ... Basically it just got to the point where I thought I had compromised enough. What surprised me is that I didn't think Bernard was bothered about New Order. It was only after we split up that I found out he was."
Since the split, Sumner and Morris have indicated that New Order, formed by the three musicians in 1980 out of the ashes of Joy Division after the suicide of lead singer Ian Curtis, would continue without Hook. But Hook is not convinced that could ever happen.
"They wouldn't be allowed to go out as New Order 'cause I'd sue 'em," Hook said. "It'd be a Spandau Ballet moment -- that thing where Tony Hadley can go out playing the songs of Spandau Ballet. It's childish but that's what being in a group is all about, isn't it?"
Hook, who was a founding member of Joy Division with Sumner in 1976, said he'd never considered touring without him.
"If Bernard would have left and it had been me and Steve, I wouldn't have carried on as New Order. It's sort of an unwritten rule that we had that 'came from Joy Division' (label). We never really talked about it. When we split up, we did it through our management. In my mind, the management made a terrible job of it. Your manager is supposed to be there to sort these things out, and ours panicked and that made it very bad between the two of us. So rather than them getting in the way, they just let me and Bernard fight. So it's over now, and time's a great healer and we just get on with it."
'Hooky' will admit he's proud of the recent resurgence in interest about both Joy Division and New Order, with both a documentary and a feature film, Control, the latter of which detailed Curtis' harrowing descent into depression.
Still, Hook said watching Control for the first time in audience in Cannes was devastating.
"It was a very, very surreal moment, and literally at the end of the film I was crestfallen, I felt terrible, and everybody started applauding and it's really, really bizarre," Hook said. "And I remember running out at the end of the film to go for a whiz as you do, 'cause it's two hours long, and you get to the toilet, and the other two people in the toilet were Ian in the film and Bernard in the film. So I turned around and said, 'All right, lads!' and they looked at me wide-eyed, 'All right, Hooky!' And I said, 'Where's the guy that's played me?' and they said, 'Oh, he's in Hollywood making a big film.' So I said to the guy that played Bernard, 'Hey, if you'd have played me, you'd be in Hollywood.' My life's very surreal. I'm delighted about it."
Hook feels for modern English bands, who are forever compared to both New Order (such as Friendly Fire) and Joy Division (White Lies).
"It's a great compliment, without a doubt," he said. "The thing is when you form a group and you write the music, the only thing you're interested in is survival, not respect. So afterward, when that comes, it puzzles me, because when I read the (English) music papers and see everybody is compared to (us), I think, 'Thank God, I was in Joy Division. Thank God I was in New Order,' because every musician seems to spend all their lives being compared to either one or the other.
"I think it is about respect. I think New Order and Joy Division handled themselves very well, they didn't sell out commercially, they acted in a manner that was respectful to their audiences and their peers. There was something in the whole thing that, to be honest, a lot of groups don't have. There was a lot of heart and soul in it, and a very groundedness. And I think that's what people appreciate. I know Noel Gallagher and Liam Gallagher and they always say, 'Oh, man, we wish we were respected like you lads are,' and I think, 'God, I wish I had your millions, mate.' You can't win 'em all, can you?"
The interest will no doubt continue as Hook is currently working on a book about the famed Manchester club The Hacienda, co-founded and funded by New Order and Factory Records. The book, due for release in the Autumn, is called How Not To Run A Club.
"It's hard reliving it actually," said Hook. "It's quite harrowing. It's interesting. It was the combination of a very hedonistic phase in my life, which is a nice way of putting it, with a very, very violent and very hectic running a club in Manchester in '88-'90. You know there was a lot of gang violence and The Hacienda seemed to be the magnet for it and I think that we all walked around with this coat with invisible armour on."
Hook has also recorded 12 songs with his new band Freebass, featuring fellow bassists Mani (The Stone Roses) and Andy Rourke (Primal Scream and The Smiths), although Rourke's playing guitar on a lot of tracks, and singer Gary Briggs of Haven.
He's hoping to do some shows in the summer.
"It's actually working out quite well and no one's more surprised than I am," Hooky said. "The reason the three bass players got together was because at that time we were absolutely sick of our respective lead singers. So it was one of those drunken afternoons where we're all sat 'round and said "Wouldn't it be a great idea if all the bass players got together 'cause they seem to be the only ones that want to play.' We said, 'We should form a band of bass players.' Not really thinking about the practicalities musically of that, it was just the likemindedness that appealed to us.'"
terça-feira, 31 de março de 2009
Um Louco Apaixonado (How to Lose Friends and Alinenate People)
As distribuidoras brasileiras às vezes têm uma criatividade muito fora do comum para nomear os filmes. A comédia inglesa How to Lose Friends and Alienate People (tradução literal: como perder amigos e alienar pessoas), atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, ganhou o insano título de Um Louco Apaixonado! Não que não faça sentido, mas toda a acidez do filme se perde nessa tradução bizarra.
O filme? Baseado num livro do jornalista inglês Toby Young, temos a história de Sidney Young (Simon Pegg, de Todo Mundo Quase Morto e que estará no novo Star Trek), jornalista inglês que dirige uma publicação de cultura alternativa em Londres, mas que sonha em
cobrir mais de perto o universo das celebridades do cinema. Depois de arrumar uma enorme confusão na cerimônia do Bafta, o Oscar da terra da rainha, Young é convidado por um editor amalucado (Jeff Bridges, impagável no visual e na atuação) para trabalhar numa badalada revista americana.
Young aceita o trabalho, e o filme começa a mostrar seus micos na adaptação ao estilo de texto e de vida americanos, e sua relação com a colega de trabalho Alison (Kirsten Dunst, sempre bela) e a atriz novata Sophie (Megan Fox, abusando da canastrice), acompanhada de sua agente Eleanor (Gillian “Scully” Anderson, que não costuma aparecer muito na telona). Envolvido com Alison, que é a única que não torce o nariz o tempo todo para as maluquices do inglês (como contratar uma stripper pro aniversário do chefe ou maltratar um cachorro alheio) e ao mesmo tempo querendo se aproximar mais de Sophie, aos poucos Young é “domado” – especialmente após uma decepção sentimental - e acaba se rendendo ao “sistema” da revista, aproveitando tudo de bom e de ruim que ele oferece.
Em muitos momentos, o filme parece uma versão masculina de O Diabo Veste Prada, mas sem uma Meryl Streep para representar o Mal encarnado e sem tantos nomes de estilistas e marcas pro espectador se sentir dentro de uma enorme Daslu. E sem a mesma, digamos, pegada do filme protagonizado por Anne Hathaway.
O problema do filme está na falta de ritmo. Ele acaba sendo uma sucessão de quadros cômicos isolados, sem tanta continuidade. Alguns personagens coadjuvantes, como o pai de Sidney, são pouco aproveitados, e embora Simon Pegg garanta boas risadas, no geral fica a sensação de que as coisas poderiam ter rendido mais, a começar por algo que justifique o título, especialmente na parte do “perder amigos”.
Um exemplo de crítica raivosa
Jamari França, d’O Globo, escreveu esse texto bem ácido sobre o recente show do a-ha no Rio de Janeiro. A sensação que se tem é que o autor levou um pé na bunda de uma fã do grupo norueguês em algum momento na vida, e pôde realizar sua vingança.
domingo, 29 de março de 2009
Santos tem gol legal anulado e não sai do zero contra o Barueri
O Santos apenas empatou sem gols com o Grêmio Barueri, ontem, fora de casa, e caiu para a quinta colocação no campeonato paulista. O time teve um gol legítimo anulado no primeiro tempo, mas ainda assim, não fez uma grande exibição.
O Santos agora tem 31 pontos, três a menos que a Portuguesa, e os dois fazem confronto direto na próxima rodada. Uma vitória, de preferência por mais de dois gols de diferença, é fundamental para o Santos ir para a última rodada, contra a Ponte Preta, com chances reais de classificação. Se empatar ou perder, já era.
Duro de assistir
A seleção brasileira hoje protagonizou um espetáculo duro de assistir em Quito. E se não fosse o goleiro Júlio César, numa das maiores atuações que vi de um camisa 1, o Brasil teria sido não só derrotado, mas goleado pelo Equador. O empate por 1-1 foi um baita resultado, dadas as circunstâncias.
E pra completar, o time terminou o jogo com Gilberto Silva, Josué, Felipe Melo e Júlio Baptista no meio-campo. Fora o JB, o resto é duríssimo de engolir.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Santos volta a jogar bem, e vence o Santo André pelo Paulistão
O Santos recuperou-se da derrota de domingo para o Corinthians ao vencer o Santo André por 3-0, na Vila Belmiro. Mádson, Triguinho e Neymar (na foto, marcado pelo veterano Fernando) fizeram os gols do Peixe.
O técnico Vágner Mancini abandonou a formação com três atacantes que naufragara no clássico, voltando ao 4-4-2 e tirando Lúcio Flávio e Roni do time, colocando em seus lugares Paulo Henrique e Mádson. Deu certo. Embora o Ramalhão tenha começado o jogo criando boas chances, o toque de bola do Peixe aos poucos furou o bloqueio defensivo do time do ABC. Mádson abriu o placar com um grande chute de fora da área, após passe de Neymar. Mais tarde, Kléber Pereira fez o pivô e tocou para Triguinho encher o pé e ampliar. E no segundo tempo, Mádson foi lançado na direita, evitou a saída de bola e cruzou no pé de Neymar, que recebeu, parou, olhou e tocou no canto do goleiro. Gol de quem sabe das coisas.
Com a vitória sobre o Santo André e o empate em casa da Portuguesa com o Mirassol, o Santos está em quinto lugar na classificação do Paulista, com 30 pontos, um a mais que a Portuguesa e com três a mais que o Santo André. Na próxima rodada, o Santos vai a Barueri enfrentar o Grêmio local, que está em sexto lugar e ainda sonha com a classificação para o quadrangular final.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Enquanto isso, em Santos…
Neymar foi convocado para a seleção sub-17 que disputará o Sul-Americano da categoria, de 17 de abril a 09 de maio. E por isso pode desfalcar o Santos nas duas rodadas finais da fase de classificação e, caso se classifique, das semifinais e final do Paulistão.
É complicado condenar a CBF pela convocação. Na maioria dos países, jogador de 16, 17 anos ainda está nas categorias de base, e não sendo estrela do time principal. Então fica complicado não aceitar o fato de que o moleque é bom e pode, depois do Sul-Americano, desfalcar o time de novo meses mais tarde, quando acontece o Mundial da categoria, que acontece de 24 de outubro a 15 de novembro, na Nigéria.
A coitadinha do dia
Depois da dieta azeda (literalmente) da Angelina Jolie, agora eu leio essa: Lindsay Lohan culpa fãs por fracasso na carreira.
HEIN?
A maluca se mete com droga, inventa uma namorada que ninguém engole que seja séria, vive batendo com carro por aí, e a culpa é dos fãs?
Vai trabalhar, garota. Assim você recupera tua carreira rapidinho. Talento você tem.
9 kg perdidos em 21 dias
Não, isso não é um relatório de cirurgia de redução de estômago. É o quanto a Angelina Jolie, que já é uma sílfide, quer perder, sabe-se lá porquê ou para quê.
Segundo matéria do UOL que cita o famigerado The Sun, a dieta da atriz para perder tudo isso de peso em tão pouco tempo será baseada em suco de limão, pimenta caiena e xarope de bordo, uma planta. Tudo isso deve ser uma delícia…
Alguém explica?
Quente, muito quente
São 01:34 da manhã. E tá fazendo um calor tão grande que dá a sensação de que a noite virou dia. Só falta o sol aparecer.
The Spirit
Hoje assistimos The Spirit no bom e velho Multiplex Tacaruna de sempre. O filme acabou ficando abaixo das expectativas. Se em Sin City Frank Miller (ao lado de Robert Rodriguez) produziu um filme realmente inovador, desta vez, sozinho, o autor de HQs tornou a técnica de “filmar no fundo verde e colocar os cenários depois” um tanto cansativa. Parece que a gente já tinha visto tudo aquilo antes. Alguns planos eram tão parecidos com os apresentados em Sin City que fica a impressão de que o Marv vai aparecer a qualquer momento na tela.
Fora isso, a trama do Spirit nem de longe é instigante quanto a de Sin City. Por mais reputação que os quadrinhos originais de Will Eisner tenham, sua transposição para a tela não empolgou. Basicamente, o filme gira em torno de um vaso com sangue mitológico (alguma coisa envolvendo Heracles, Jasão e os Argonautas…) entre o supervilão Octopus (Samuel L. Jackson, se divertindo à beça no papel), Spirit (o desconhecido Gabriel Macht) e Sand Saref (Eva Mendes, indescritivelmente bela), que coincidentemente é uma antiga paixão do Spirit, ou Danny Colt. O detalhe nisso tudo, e ao longo do filme isso é explicado de forma não muito convincente, é que Octopus e Spirit são imortais. Então os dois podem trocar socos, pontapés e privadas na cabeça à vontade, que sempre ganham uma nova vida. E as brigas dos dois em alguns momentos parece briga de desenho do Pernalonga…
Nesse meio, Spirit sempre tem tempo de galantear todas as mulheres que aparecem na tela, da parceira Morgenstern (Stana Katic) às ex-namoradas e/ou vilãs, passando pela psicótica Silken Floss (Scarlett Johansson, bem à vontade), a (muito) sexy assistente de Octopus. E é só isso. Não há grandes subtramas no processo.
Um grande mérito de Frank Miller no filme é seu tratamento ao elenco feminino. Todas as mulheres da trama são, natural ou forçadamente, sensuais. Decotes, pernas de fora, saltos altos e até bumbum de fora (no caso, da personagem de Eva Mendes), aliados aos efeitos de luz e sombra dos cenários virtuais, dão ao filme um tom de noir, mas sempre que os personagens abrem a boca, nos sentimos numa comédia involuntária. E em alguns momentos, com uma bela dose de pastelão.
No fim das contas, o filme diverte, mas deixa um saldo bem inferior ao esperado. E pra quem nunca viu os quadrinhos originais, eles são exibidos ao longo dos créditos finais.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Radiohead e Kraftwerk
Não sou fã do Radiohead. Embora goste bastante do OK Computer e dos discos anteriores (Pablo Honey e The Bends), aquela aberração chamada Kid A fez com que eu me distanciasse da banda, e mal ouvi o que eles fizeram depois. De toda forma, tem que respeitar. A estratégia do “quer pagar quanto” do último trabalho, In Rainbows, foi digna de aplausos. Tomara que outros façam o mesmo e percebam que, hoje em dia, artista vai ganhar dinheiro fazendo show e/ou investindo em novas mídias, como a produção de músicas para anúncios ou pra celulares.
Dito isso, felizardos os que foram pros shows deles no Brasil, na sexta (no Rio) e domingo (em São Paulo). Pois antes dos liderados por Thom Yorke, tiveram a gloriosa chance de ver o Kraftwerk ao vivo. E o Multishow, diferente do que fez no finado Free Jazz Festival em 1998, desta vez passou boa parte do show deles, ainda que em VT.
Mesmo apenas com Ralf Rütter como membro sobrevivente da formação clássica do quarteto alemão, o show dos caras, ainda que pela TV, vale demais a pena. Quem não gosta de música eletrônica ou nunca ouviu os caras deve achar aquilo tudo uma enorme sessão de eletrocardiograma, código Morse ou coisa do gênero. Mas quem conhece não tem como não se render ao espetáculo audiovisual do grupo.
Canções clássicas como “The Robots”, “Trans-Europe Express”, “Radioactivity” e “Autobahn” foram acompanhadas por animações por trás dos robóticos (e no caso de “The Robots”, robôs mesmo) Hütter e cia. E o final, com a tríade “Boing Boom Schack/Techno Pop/Music Non Stop” encerrou a apresentação com maestria.
Quem perdeu o Kraftwerk porque chegou tarde demais ou porque só queria saber dos gritos do Radiohead, perdeu um momento histórico. Pode acreditar.
Agora é esperar pra, quem sabe, eles retornem ao Brasil mais uma vez. Já foram três, e em nenhuma das três eu estava in loco. Sorte de quem pôde ir aos shows.
domingo, 22 de março de 2009
Santos esquece de entrar em campo e perde clássico para o Corinthians
O Santos fez uma partida lamentável, especialmente no primeiro tempo, e foi derrotado pelo Corinthians por 1-0. O gol dos gambás foi marcado por Dentinho, que cabeceou livre entre os zagueiros santistas, sem chance para Fábio Costa.
Neymar começou jogando, mas sentiu o peso do clássico, apanhou bastante e acabou rendendo pouco. Lúcio Flávio mostrou o quão sonolento é. Tem que sair do time correndo.
Para as próximas partidas, eu escalaria o time com Fábio Costa, Luizinho, Fabão (Domingos), Fabiano Eller e Triguinho; Rodrigo Souto, Roberto Brum, Paulo Henrique e Madson; Neymar e Kléber Pereira.
terça-feira, 17 de março de 2009
Achado musical
Provavelmente boa parte do universo conhecido e descolado ouviu antes de mim, mas na semana passada, depois de ler algumas coisas a respeito e ver um clipe na VH1, resolvi baixar Volume One, disco de estréia da dupla She & Him. A “she” é a atriz, e agora também cantora, Zooey Deschanel, que fez filmes como Quase Famosos, O Guia do Mochileiro das Galáxias, Sim Senhor e Armações do Amor, sempre em papéis coadjuvantes que geram certo humor involuntário, digamos assim. Já o “him” é um camarada que eu nunca tinha ouvido falar antes na vida, chamado M. Ward. Mas pelo visto, a parceria funcionou.
No site oficial da dupla, consta que, depois de um dueto pra um filme em 2006, Zooey resolveu tirar do armário seu lado musical, revelando um monte de composições escondidas. Na sua maioria, baladas e rocks estilo anos 60 bacanas que combinam com sua voz de menina. E como a estética ajuda, o conjunto da obra agrada a olhos e ouvidos. Difícil não ouvir “Why Do You Let Me Stay Here?”, “This Is Not a Test” ou “Change Is Hard” e não se apaixonar. E ainda tem duas covers dos Beatles no pacote: “You Really Got a Hold On Me” e “I Should Have Known Better” (que ficou com cara de música havaiana).
Será que o próximo passo da família é a Emily “Bones” Deschanel lançar um disco?:)
segunda-feira, 16 de março de 2009
Um dia especial pro Santos
O Santos derrotou ontem o Mogi Mirim por 3x0, no Pacaembu, pelo Campeonato Paulista. O jogo foi marcado pela presença do eterno ídolo Giovanni atuando pelo Sapão, e pela estreia de Neymar, 17 anos, como titular na equipe principal do Peixe.
Deu tudo certo. O treinador Vágner Mancini, do Santos, trocou o esquema com três zagueiros por um 4-4-2 com dois armadores (Lúcio Flávio e Paulo Henrique), deixando Neymar e Roni na frente. O time foi ousado, rápido e criou muitas chances, diferente do bando em campo das partidas anteriores.
Pra coroar a boa exibição, Neymar fez seu primeiro gol com a camisa santista. E comemorou com um soco no ar, ao melhor estilo de Sua Majestade. Em entrevista após à partida, o garoto disse que tinha atendido um pedido do pai.
Outro que atuou muito bem foi Paulo Henrique. O meia, indicado para o Santos por Giovanni, provou mais uma vez ter talento e oportunismo no lance do primeiro gol. Tomara que seja mantido como titular na equipe.
Destaco também as boas atuações do lateral Luizinho, com fôlego invejável, e do atacante Roni, que se não é tecnicamente brilhante, corre o tempo todo e não desiste das jogadas. A zaga, com Fabão e Fabiano Eller, foi bem, mas o ataque do Mogi foi quase nulo ao longo da partida.
Destaque negativo pra Lúcio Flávio, que dormiu em campo durante boa parte da partida, sendo omisso. E para Bolaños, que teve a manha de entrar faltando pouco mais de cinco minutos pro fim e levar cartão amarelo. Logo esse cara entra pra lista de piores contratações da história do Peixe…
Com o resultado, o Santos agora ocupa a quarta colocação na tabela do Paulistão, com 27 pontos em 14 jogos, empatado com a Portuguesa, mas levando vantagem no saldo de gols (7 contra 5). Na próxima rodada, o Santos tem o clássico contra o Corinthians, já promovido pela imprensa como o confronto entre Neymar e Ronaldo. Tomara que isso resulte em um grande público e um grande jogo no Pacaembu.
Foto: Ag. Estado/rep. Globoesporte.com
sábado, 14 de março de 2009
Invencionice culinária do dia
Coloquei um pouco de molho inglês na sopa Vono de batata com carne desfiada. Ficou muito bom:)
Só não recomendo abusar do molho, senão vai deixar a sopa apimentada.
Windows Live Writer
Recomendo bastante a ferramenta de edição de blogs da Microsoft. Pensei que o programa só fosse funcionar bem se você tivesse seu blog no serviço deles, mas a coisa casou bem com o sempre temperamental Blogger.
Dá pra baixar o Writer, que é gratuito, no mesmo pacote do MSN.
O reencontro de Giovanni com o Santos
Neste domingo o Santos enfrenta, no Pacaembu, o Mogi Mirim. O camisa 10 do Sapão é Giovanni (foto), meia-atacante que fez história, mesmo tendo jogado pouco tempo, com a camisa santista. O time liderado por ele em 1995 chegou a um inesperado vice-campeonato brasileiro, perdendo a final para o Botafogo.
Aqui, Giovanni fala de sua relação com o Santos, seu retorno em 2005 e de diversos outros assuntos, em excelente entrevista para a Trivela, reproduzida pelo portal Santista Roxo. Vale a pena ler.
Crédito da foto: site oficial do Mogi Mirim
Massacre
No Campeonato Inglês, o Liverpool esmagou o Manchester United, fazendo 4-1, de virada, em pleno Old Trafford. O resultado deixou os Reds a quatro pontos do próprio Man Utd. Temos um campeonato de novo?
E essa camisa cinza do Liverpool é bem bonita. E ao mesmo tempo, de longe parece um pijama:)
Nova coluna na Trivela
Está no ar mais uma coluna minha na Trivela. Esta semana é a vez dos campeonatos nanicos, com destaque para o Armênio, que começa do mesmo jeito que em 2008: não teve acesso, nem descenso!
sexta-feira, 13 de março de 2009
Será que o seguro cobre?
Avião roubado cai em estacionamento de shopping em Goiânia e mata duas pessoas
O avião caiu sobre 23 carros estacionados… dependendo do estrago, quem não tiver um bom seguro, tá lascado.
Referências curiosas aos anos 80
Anteontem, estava com Gil numa fila de caixa eletrônico de shopping, aí enquanto ela esperava, fiquei olhando o mundo. Daí vi uma garota sentada num banco próximo. Pela cara não devia ter mais que uns 20, 22 anos. E a moça vestia uma blusa com o logo do… Air Supply. Isso, a dupla australiana de músicas românticas. Fica a dúvida se a garota fazia idéia do que significava a inscrição (espaço pra alguém dizer que estou subestimando o conhecimento musical e o romantismo da moça).
Mais tarde, já voltando pra casa, numa moto que estava parada em frente ao nosso carro, a moça na garupa usava uma blusa com a inscrição All (sic) Jarreau! Vai saber qual era a idéia de quem fez a roupa… ou será que o nome do músico americano (que é Al Jarreau, sem o L extra) significa algo a mais?
Santos lamentável só empata em casa com o Paulista
O Santos fez um dos primeiros tempos mais lamentáveis que eu vi em muito tempo, hoje contra o Paulista, na Vila Belmiro. Jogando num 3-6-1, errando passes a rodo, com a zaga pedindo o tempo todo pra entregar, o ataque sem funcionar… e ainda deu azar porque o gol do Paulista foi um golpe de sorte, numa bola desviada que matou o pobre Fábio Costa.
Na segunda etapa, com a entrada de Germano e Neymar, o time melhorou, mas ainda tinha momentos em que parecia um enorme bando em campo. Kléber Pereira fez muita falta. Por mais que se esforce, Roni não é um camisa 9.
O gol de empate saiu aos 40 do segundo tempo, num cruzamento certeiro do Pará (milagre!) na cabeça de quem? Roni. A zaga do Paulista, formada por dois caras na casa de 1,90, deu espaço pro baixinho de 1,71 cabecear para as redes.
No fim das contas, um empate amargo. Agora é encarar domingo o Mogi Mirim, no Pacaembu.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Liga dos Campeões da UEFA
Liverpool, Villarreal, Bayern de Munique, Chelsea, Barcelona, Manchester United, Arsenal e Porto são os oito classificados para as quartas de final da Champions League. O sorteio deve acontecer na sexta agora.
Seria bacana uma final entre Manchester United e Barcelona, os dois times que estão jogando o melhor futebol no Velho Continente hoje em dia.
Oasis anuncia novos shows no Brasil
A banda dos irmãos Gallagher (ou “irmãos gralha”, como Gil carinhosamente os chama) anunciou em seu MySpace que fará quatro shows no Brasil em maio deste ano, durante a turnê do mais recente álbum da banda, Dig Out Your Soul. As datas são:
07 de maio – Rio de Janeiro (Citibank Hall)
09 de maio – São Paulo (Arena Skol Anhembi)
10 de maio – Curitiba (Pedreira Paulo Leminski)
12 de maio – Porto Alegre (Gigantinho)
Os ingressos terão pré-venda especial para clientes do Citibank a partir do dia 20 de março, e serão abertos para venda geral a partir do dia 27 deste mês.
Será a quarta passagem da banda pelo Brasil. Antes, eles estiveram em 1998, durante a turnê do disco Be Here Now, no Rock In Rio 3, em 2001 (turnê do disco Standing On the Shoulder of Giants), e para um único show em São Paulo, em 2006, divulgando o disco Don’t Believe the Truth, lançado no ano anterior.
50 anos do Miojo
Começaram no mundo todo, em especial no Japão, sua terra natal, as comemorações pelos 50 anos da criação do macarrão instantâneo. Nessa matéria bacana do G1 tem algumas receitas. Se bem que nada supera uma de “raw miojo” (em bom português, miojo cru) que vi uma vez.
Uma receita que eu vez por outra faço é pegar o macarrão, cozinhar normalmente, aí escorro (como macarrão normal), coloco óleo, frito o mesmo e acrescento o tempero e uma colher de requeijão. Fica uma baita gororoba, mas gostosa pra caramba:)
terça-feira, 10 de março de 2009
New Order em comercial da Visa
Nos últimos dias, a Visa começou uma nova campanha publicitária chamada “Go.”, que teve até inserção na camisa do Corinthians… mas o que interessa aqui é que eles foram deveras felizes na escolha da trilha do filme televisivo da campanha: vários trechos instrumentais de “Slow Jam”, uma das melhores músicas do disco Get Ready, gravado em 2001 pelo New Order.
O comercial em si não tem nada demais, mas admito que tomei um (feliz) susto quando ouvi com atenção. A Warner (e o que sobrou da banda) agradece.Depeche Mode – Sounds of the Universe
O novo disco do Depeche Mode sai dia 20 de abril, e já está em pré-venda no “primeiro mundo”. Enquanto o disco não sai, já rola por aí o clipe do primeiro single, “Wrong” (o single em si sai dia 06 de abril):
Pra desespero financeiro dos fãs, além das versões convencional e com DVD-bônus, ainda vão lançar Sounds of the Universe numa box-set meganinja, que você pode conferir abaixo:
A caixa inclui os seguintes mimos:
CD 1 - Sounds Of The Universe
1. In Chains
2. Hole To Feed
3. Wrong
4. Fragile Tension
5. Little Soul
6. In Sympathy
7. Peace
8. Come Back
9. Spacewalker
10. Perfect
11. Miles Away / The Truth Is
12. Jezebel
13. Corrupt
CD 2
Bonus tracks
1. Light
2. The Sun And The Moon And The Stars
3. Ghost
4. Esque
5. Oh Well
Remixes
6. Corrupt - Efdemin Remix
7. In Chains - Minilogue's Earth Remix
8. Little Soul - Thomas Fehlmann Flowing Ambient Mix
9. Jezebel - SixToes Remix
10. Perfect - Electronic Periodic Dark Drone Mix
11. Wrong - Caspa Remix
CD 3
Demos
1. Little 15
2. Clean
3. Sweetest Perfection
4. Walking In My Shoes
5. I Feel You
6. Judas
7. Surrender
8. Only When I Lose Myself
9. Nothing's Impossible
10. Corrupt
11. Peace
12. Jezebel
13. Come Back
14. In Chains
DVD
Video
Making The Universe / Film (45.23)
Usual Thing, Try And Get The Question In The Answer (55.12)
Sounds Of The Universe [A Short Film] (10.05)
Wrong (promo video - 3.16)
Studio Sessions:
Corrupt (4.08)
Little Soul (3.52)
Stories Of Old (3.24)
Come Back (6.05)
Audio
Sounds Of The Universe plus bonus tracks in 5.1 surround sound
1. In Chains
2. Hole To Feed
3. Wrong
4. Fragile Tension
5. Little Soul
6. In Sympathy
7. Peace
8. Come Back
9. Spacewalker
10. Perfect
11. Miles Away / The Truth Is
12. Jezebel
13. Corrupt
Bonus tracks
1. Light
2. The Sun And The Moon And The Stars
3. Ghost
4. Esque
5. Oh Well
Packaging / additional content:
2 piece custom made box with foil blocking.
2 x 84 page hardback books:
The first featuring the lyrics to all the songs from the Sounds Of The Universe sessions accompanied by exclusive photography by Anton Corbijn.
The second featuring exclusive and candid studio photography by Daniel Miller, Ben Hillier, Luke Smith and Ferg Peterkin.
2 exclusive enamel badges
1 poster
5 artcards, sealed in a collectors envelope
1 certificate of authenticity
-- resumindo: são três cds, um dvd, um cd em 5.1 e mais um monte de papelada. Tudo isso por 80 dólares na Amazon americana. Se isso aí chegar aqui no Brasil, é coisa pras London Calling da vida cobrar 400, 500 reais numa boa.